terça-feira, 24 de maio de 2011

Apoiamos a guerra popular na Índia e no Perú



Liberdade imediata para os prisioneiros políticos da Índia e Perú, queremos a liberdade para esses camaradas que deram e dão a vida pela causa mais nobre do mundo, o caminho por sociedade verdadeiramente iqualitaria, democrática e popular, contra a traição revisionista e fascista dos governos desses países a cima designados que só se aproveitam do lucro da mão de obra barata para enriquecer, enquanto as forças produtivas, isto é, os trabalhadores que lutam por uma vida digna e iqualitaria não têm nada, e quando aparece camaradas que lutam pela unificação das massas populares para que haja uma frente unida e popular onde tenha como vanguarda um partido comunista Marxista-Leninista-Maoista, e anti revisionista que condena os actos dos governos por via revolucionaria, apoiamos os camaradas que estão presos por terem e estarem a fazer o melhor pela Índia e pelo Perú, que querem incrementar a ditadura do proletariado, e que por conseguinte o sistema capitalista seja derrubada e a sociedade seja apoderada pelos trabalhadores que são a fonte de rendimento de produção. 

Viva a Guerra Popular na Índia, Viva a Guerra Popular no Perú

A luta pela emancipação do poder popular e a situação actual


O povo português está a a passar dificuldades estrondosas em termos económicos e financeiros, o povo não consegue sair desta crise sem haver uma revolução democrática e popular em que deste modo seja imposto e incrementado a ditadura do proletariado e um sistema orgânico de democracia que é o centralismo democrático que por conseguinte demonstra desta feita a verdadeira democracia. A única forma de sairmos desta crise que veio dos EUA em 2007 de cariz capitalista,imperialista e burguesa é através da legalização de um movimento de cariz revolucionaria que agite as massas e que tenha deste modo uma base teórica de masas: o Marxismo-Leninismo-Maoismo, que tem por conseguinte um pensamento politico que defende as massas e impõe de uma via democrática a ditadura do proletariado, que para a burguesia é um escândalo haver um regime onde existe, democracia operaria, onde exigiste uma partilha democrática da riqueza, onde haja um estado de providencia completamente democrático e justiça social a ser verdadeiramente posta em prática. O nosso primeiro objectivo é legalizar este movimento para que deste modo os jovens e o povo português tenha uma vanguarda de luta operaria e democrática!

Viva o Marxismo-Leninismo-Maoismo!
Lutaremos contra os reaccionários!

sábado, 21 de maio de 2011

60 anos da revolução chinesa




A Revolução Democrática Chinesa em 1949, este acontecimento a igual  Revolução de Outubro teve grande repercussão na historia mundial. Em torno a esta grande vitoria da classe operaria e do povo chines abrio-se uma nova fase no desenvolvimento da Revolução Proletária Mundial. As lutas de libertação nacional vão se multiplicar e a descolonização de Ásia e África crearão uma nova correlação de forças a nivel internacional.

Uma importante lição de este grande avanço que experimentaram os povos e as nações oprimidas do mundo foi a creação de Partidos Comunistas que se constituíram na vanguarda das massas revolucionarias de todo o planeta. Os Partidos Comunistas vinham constituídos desde finais da década de 1910.
Com o triunfo da Revolución Bolchevique en 1917, a táctica eleitoral, foi decidir a participação dos comunistas nos parlamentos burgueses.
Todas as lutas revolucionarias posteriores a 1917  confirmaram este feito. A Revolución Chinesa à mais de 20 anos de guerra popular prolongada foi uma clara confirmação da inutilidade das eleições.
Ao contrario veio-se a comprovar a  revolucionaria se transforma o mundo.
Quando mais avançou o movimento comunista na Europa e Ásia foi com o desenvolvimento da Resistência armada contra o nazi-fascismo alemão, italiano e japonês e os seus respectivos aliados locais. Embora, os retrocessos valides universal da violência revolucionaria como a única forma de ''varrer'' com as ilusões parlamentares e conquistar o poder. Comprovou que só com a violência
sos produziram-se quando as linhas oportunistas e revisionistas  tomarão os partidos comunistas e os levaram pelo caminho da capitulação.

Hoje em dia, quando se pretende fazer passar pelo socialismo esse engendro fascista que governa a China, os comunistas de Portugal(UCR) levantamos bem alto a bandeira vermelha da brilhante vitoria da Revolução da Nova Democracia na China que os revisionistas uma e outra vez  tentaram usurpar e espezinhar.

Traduzido pelo Camarada Pimenta

Relação entre Stalin e Lenin




Parágrafos retirados da biografia de Lenin, de autoria do Instituto de Marxismo-Leninismo de Moscovo, 1943, p. 181-183.

"Lenin demonstrava uma excepcional preocupação por Stalin. Em julho de 1921 ele recebeu notícias do Cáucaso do Norte dizendo que Stalin estava doente. Ele imediatamente enviou a seguinte nota para Orjonikidze: 'Primeiro: me informe do estado de saúde de Stalin e a opinião dos médicos sobre isso.'Alguns dias depois ele telegrafou novamente: 'Deixe-me saber o nome e o endereço do médico que está cuidando de Stalin e me diga quantos dias mais Stalin ficará afastado.'

"Muitas outras vezes ele telegrafou para Orjonikidze: 'Estou surpreso que você está tirando Stalin de seu repouso. Ele deve descansar pelo menos de 4 a 6 semanas.'

"Lenin também demonstrou preocupação pelas condições sob as quais Stalin vivia. Em uma nota ao Comandante do Kremlin ele informou a este último (em novembro de 1921) que o apartamento de Stalin era barulhento e que Stalin não podia dormir à noite (havia uma cozinha no apartamento ao lado da qual sons eram ouvidos desde bem cedo até tarde da noite). Ele então requisitou que Stalin fosse transferido para um apartamento mais calmo, que isso fosse feito imediatamente e que ele fosse informado quando estivesse pronto.

"Em uma nota a seu secretário escrita em dezembro de 1921, Lenin escreveu: 'Quando Stalin levantar (não o acorde) diga a ele que a partir das 11 da manhã eu estarei em uma reunião (no meu quarto) e que eu estou pedindo seus números de telefone (se ele tiver que sair) porque eu tenho algo para falar com ele ao telefone.'

[...]

"Depois do Congresso *, o Comitê Central, sob proposta de Lenin, elegeu Stalin - fiel discípulo de Lenin e seu mais próximo companheiro - como Secretário Geral do Comitê Central, e este posto Stalin ocupa sem interrupção desde então."


Isso é, o 11º Congresso do Partido, o último do qual Lenin participou. Nota do tradutor.


Tradução realizada pelo blog "O Marxista-Leninista".

Camarada Josef Stalin contra o ''Culto à Personalidade''



Esta pequena carta é um exemplo de como o camarada Stalin combatia o chamado "culto à personalidade", mostrando, assim, que todo o prestígio que ele tinha entre o povo era sincero e espontâneo, e não algo promovido por ele.

Carta sobre publicações para crianças, dirigida ao Comitê Central da Juventude Comunista de Toda a União

16 de fevereiro de 1938

Sou absolutamente contra a publicação de "Histórias da infância de Stalin".

O livro abunda de inexatidões de factos, de alterações, de exageros e louvores imerecidos. Alguns escritores amadores, escrevinhadores (talvez honestos escrevinhadores) e alguns aduladores levaram o autor a perder-se. É uma vergonha para o autor, mas um facto permanece um facto.

Mas isso não é o mais importante. O mais importante reside no facto de que o livro tem uma tendência de gravar nas mentes das crianças soviéticas (e do povo em geral) o culto à personalidade de líderes, de heróis infalíveis. Isso é perigoso e prejudicial. A teoria dos "heróis" e da "multidão" não é Bolchevique, mas uma teoria Social-Revolucionária. Os heróis fazem o povo, tranformam a multidão em povo, assim dizem os Social-Revolucionários. O povo faz os heróis, assim respondem os Bolcheviques aos Social-Revolucionários. O livro joga água no moinho dos Social-Revolucionários. Não interessa que livro traga água ao moinho dos Social-Revolucionários, este livro será afogado na nossa causa comum Bolchevique.

Eu sugiro que este livro seja queimado.

J. Stalin

Voprosy Istorii No. 11, 1953 J. STALIN (Questions of History)
Se encontra no Volume XIV das Obras Completas de J. Stalin.
Tradução de Glauber Ataide

O 1º de Maio de Luta pelo Socialismo


Camaradas,

Já no século passado(**) os trabalhadores de todos os países resolveram celebrar anualmente este dia, o Primeiro de Maio. Isso foi em 1889, quando, no Congresso de Socialistas de Todos os Países, realizado em Paris, os trabalhadores resolveram proclamar, precisamente neste dia, primeiro de maio, quando a natureza está acordando de seu sono de inverno, quando as matas e morros estão vestindo seus mantos verdes e os campos e os prados estão adornando-se com flores,quando o sol brilha mais calorosamente, quando a alegria do renascimento enche o ar e a natureza se entrega à dança e à alegria - eles resolveram proclamar, abertamente e em alta voz a todo o mundo, precisamente neste dia, que os trabalhadores estão trazendo a primavera à humanidade e sua libertação das correntes do capitalismo, que essa é a missão dos trabalhadores, de renovar o mundo com base na liberdade e no socialismo.

Toda classe tem seus próprios festivais. A nobreza introduziu seus festivais, e neles proclama seu "direito" de roubar os camponeses. A burguesia tem os seus festivais e em suas datas "justificam" seu "direito" de explorar os trabalhadores. O clero também tem seus festivais, e neles elogia o sistema existente sob o qual os trabalhadores morrem na pobreza enquanto os ociosos nadam na luxúria.

Os trabalhadores, também, precisam ter seus festivais, e neles devem proclamar: trabalho universal, liberdade universal, igualdade universal de todos os homens. Este festival é o Primeiro de Maio.

É isso o que os trabalhadores resolveram fazer já naquela data, em 1889.

Desde então o grito de guerra dos trabalhadores pelo socialismo tem ecoado cada vez mais alto nos encontros e passeatas no primeiro de maio. O oceano do movimento operário se expande mais e mais, se espalhando para novos países e estados, da Europa e da América à Ásia, África e Austrália. No curso de apenas algumas décadas, a previamente débil associação internacional dos trabalhadores se tornou uma poderosa irmandade internacional, que mantem congressos regulares e une milhões de trabalhadores em todas as partes do mundo. O mar de fúria proletária está subindo em ondas gigantescas, e avança cada vez mais ameaçadoramente contra as cidadelas cambaleantes do capitalismo. A grande greve dos mineiros recentemente deflagrada na Grã-Bretanha, na Alemanha, na Bélgica, na América, etc, uma greve que colocou medo nos corações dos exploradores e dos governantes de todo o mundo, é um claro sinal de que a revolução socialista não está distante...

"Nós não adoramos o bezerro de ouro!" Nós não queremos o reino da burguesia e dos opressores! Condenação e morte ao capitalismo e seus horrores da pobreza e derramamento de sangue! Viva o reino do trabalho, viva o socialismo!

Isso é o que os operários conscientes de todos os países proclamam neste dia.

E confiantes na vitória, serenos e fortes, eles marcham orgulhosamente ao longo da estrada para a terra prometida, rumo ao glorioso socialismo, passo a passo levando a cabo o grande chamado de Karl Marx: "Trabalhadores de todos os países, uni-vos!"

É assim que os trabalhadores nos países livres celebram o primeiro de maio.

Vamos, então, estender nossas mãos a nossos camaradas em todo o mundo e junto com eles proclamar:

- Abaixo o capitalismo!
- Viva o socialismo!

                                                            Escrito por: Josef Stalin